Ser vice é o máximo; precisamos nos acostumar – JUCA KFOURI, FOLHA

Ser vice é o máximo; precisamos nos acostumar
É necessário se habituar a celebrar o segundo lugar, porque tem sido o auge

Desde 2013 os times brasileiros que conseguem chegar à final do Mundial de Clubes FIFA, e alguns nem conseguiram, voltam para casa com a medalha de prata e sem o troféu.

Acostumemo-nos!

Com o Palmeiras não foi diferente, e a prática do autoengano não pode nos iludir.

O Palmeiras fez tudo o que podia, preparou-se muito bem, passou por cima do Al Ahly, o terceiro colocado, com a facilidade que o Chelsea não teve diante do Al Hilal, o quarto e goleado pelos egípcios por 4 a 0, mas deixou de jogar para apenas se defender contra os londrinos.

A vitória por 2 a 1, só na prorrogação, do Chelsea, é um pouco mentirosa se levamos em conta o pênalti que Thiago Silva deu de presente aos compatriotas e a insistência em se defender e buscar uma bola vadia em ligação direta.

Verdade também que o pênalti que decretou o fim do sonho alviverde foi daqueles absurdos, porque Luan teria de cortar o braço para evitá-lo no chute à queima-roupa de Azpilicueta.

Fato é que estamos vivendo a volta do complexo de vira-lata quando olhamos para rivais europeus.

Basta ver os que vieram do banco inglês e os que vieram do brasileiro na decisão. A diferença é abissal.

E ou a SAF dá certo por aqui ou seguiremos assim, meros exportadores de pé de obra.

NOTA DO BLOG: SAF É SIGLA PARA SOCIEDADE ANONIMA DO FUTEBOL.

Ser vice é o máximo; precisamos nos acostumar – JUCA KFOURI, FOLHA
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